Por que podemos afirmar isso? Porque o INSEP é a
única faculdade do Brasil com curso de Pedagogia
que foi credenciada sem ter cursos presenciais.
Todas as demais IES – Instituições de Educação Superior
– que oferecem EAD, têm também cursos presenciais.
No ENADE, Exame Nacional de Desempenho de Estudantes,
o MEC não fez distinção entre os que cursaram na
modalidade EAD ou presencial. O curso de Pedagogia
do INSEP foi o único do país que foi avaliado apenas
em EAD.
No
ENADE de 2008, a média da nota dos concluintes do
curso de Pedagogia resultou em 51,2, conceito 3.
Com essa média, o INSEP teve destaque na classificação
geral, considerando, neste aspecto, todas as IES
do país e do Paraná.
Entre
as 40 instituições de Educação Superior privadas,
fora da região metropolitana de Curitiba, ou seja,
no restante do Paraná, o curso de Pedagogia do INSEP
ocupa o 5º lugar na classificação. Nessas IES, estão
incluídas faculdades, centros universitários e universidades.
O
Curso de Pedagogia alcançou, ainda, melhor pontuação
que 13 universidades federais e 4 faculdades estaduais
do Paraná.
O
sensível desempenho e qualidade tornam-se mais evidentes
quando se considera que o índice de demanda pelo
curso é de apenas 0,3/1 vaga, ou seja, sempre sobram
vagas, destacando-se que são selecionados todos
os que não reprovaram no vestibular.
Todos
os que ingressam em nosso curso podem ter esperanças
de sucesso. Reflexo disso é que, no último concurso
para docentes do Município de Maringá, foram aprovados
253 candidatos entre formados e ainda estudantes
do INSEP. Entre estes, havia 13 auxiliares de serviços
gerais.
Outro
indicador de desempenho é que, por ocasião do ENADE
de 2008, o INSEP e o curso de Pedagogia tinham menos
de 4 anos de existência. Enquanto que outras com
pontuação pior, tinham até 7 dezenas de anos de
idade. Possuir desempenho melhor que 13 universidades
federais é, seguramente, proeza.
As
considerações acima foram postadas no site em razão
do forte preconceito e discriminação contra a EAD
por parte considerável da sociedade, por entidades,
instituições, inclusive de ensino, e o pior, por
muitos órgãos públicos que deveriam incentivar a
modalidade de ensino em questão.
Podemos
afirmar que EAD, quando bem trabalhada e com o mesmo
nível dos insumos, deve ser melhor que o presencial.